EM DEFESA DA ENFERMAGEM ESTÉTICA: FNE CONTRA O RETROCESSO!
Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL 1027/2025). O relator do projeto...
O Dia da Abolição da Escravidão Indígena, em 1º de abril, é um momento para refletir sobre as diversas formas de opressão e violência histórica enfrentadas pelas comunidades indígenas no Brasil. Este dia não apenas ressalta a necessidade de reconhecimento e reparação dos danos causados pela escravidão indígena, mas também destaca a luta contínua por justiça e igualdade para essas populações marginalizadas.
Dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil possui uma população indígena de aproximadamente 1,7 milhão de pessoas, representando cerca de 0,83% do total da população do país. Esses números evidenciam a presença significativa e a diversidade das comunidades indígenas, que desempenham um papel fundamental na riqueza cultural e histórica do Brasil.
Ao longo da história, os povos indígenas foram submetidos a diversas formas de exploração e violência, incluindo a escravidão, que perdurou por séculos até ser oficialmente abolida. É fundamental reconhecer que a abolição da escravidão indígena não foi apenas um marco legal, mas um processo complexo e doloroso de resistência e luta por parte dessas comunidades.
A Federação Nacional dos Enfermeiros(FNE) reafirma seu compromisso com a promoção dos direitos humanos e a luta contra todas as formas de discriminação e opressão. Neste Dia, a Federação insta as autoridades e a sociedade em geral a reconhecerem e respeitarem os direitos das comunidades indígenas, garantindo-lhes acesso digno à saúde, educação, terra e justiça. A FNE permanece solidária às demandas das populações indígenas, defendendo uma sociedade justa, inclusiva e igualitária para todos.
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