Saúde não se faz sozinho, se faz com cooperação e ciência!
Ainda em terras argentinas, onde participa do Congresso Provincial de Saúde (COSAPRO), em Mar del...
Durante o eixo temático "Novas ações coletivas que podem ser impetradas", realizado no segundo dia da Plenária Estatutária Ordinária da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), em João Pessoa (PB), o presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Minas Gerais (SEEMG) e diretor de comunicação da FNE, Anderson Rodrigues, relatou sua preocupação com o julgamento da inconstitucionalidade do piso salarial.
Rodrigues destacou que a dependência do complemento do piso salarial das negociações das convenções coletivas tem se mostrado problemática para a categoria. Ele chamou a atenção para a discriminação do complemento nos contracheques dos trabalhadores, que, além de gerar insegurança, torna o recurso limitado ao prazo de vigência da convenção.
"Se amanhã ou depois acabar a convenção e seu prazo, como ficará?" questionou o diretor.
Além disso, Rodrigues observou que o atraso no julgamento da inconstitucionalidade tem servido como justificativa para que empresas e prefeituras evitem pagar o valor integral do piso salarial.
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Uma notícia que traz novos ares para a nossa enfermagem. Solange Caetano, presidenta da Federação...