Saúde não se faz sozinho, se faz com cooperação e ciência!
Ainda em terras argentinas, onde participa do Congresso Provincial de Saúde (COSAPRO), em Mar del...
Aconteceu na tarde desta quarta-feira (7), a 3ª reunião da Mesa de Negociação Permanente da EBSERH, em Brasília/DF, e que tinha como objetivo ouvir o posicionamento da empresa acerca da decisão do Tribunal de Justiça Federal sobre a suspensão dos efeitos do Acórdão 2345/23 do Tribunal de Contas da União (TCU). As entidades sindicais presentes manifestaram a insatisfação das trabalhadoras e trabalhadores pela forma à qual a decisão foi comunicada.
A vice-presidenta da FNE, Shirley Morales, explica que essa ação judicial foi colocada pela EBSERH para suspender os efeitos do Acórdão 2345 - que determinava que a empresa precisaria entrar no processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho para alterar a base de cálculo da insalubridade para o salário mínimo com uma primeira proposta de uma parcela fixa que não seria reajustável. “Entendemos que essa decisão judicial prejudica milhares de empregados públicos e que esse impacto gera uma redução salarial que contribui ainda mais para o adoecimento dos trabalhadores.”
A EBSERH informou que empregou todos os esforços para que a decisão não causasse perda no termo de êxito e que, ela encontra-se transitada em julgado, não cabendo mais recursos jurídicos.
Como encaminhamento ficou determinado que a empresa encaminharia a proposta oferecida aos trabalhadores. Desta forma, as entidades sindicais teriam tempo hábil para realizar a consulta às bases. Elas se colocaram à disposição para negociar o impacto da decisão.
A FNE reafirma o seu compromisso na defesa dos direitos das(os) trabalhadoras(es).
Acompanhe as nossas redes para ficar por dentro de todas as informações.
Ainda em terras argentinas, onde participa do Congresso Provincial de Saúde (COSAPRO), em Mar del...
Uma notícia que traz novos ares para a nossa enfermagem. Solange Caetano, presidenta da Federação...