Saúde não se faz sozinho, se faz com cooperação e ciência!
Ainda em terras argentinas, onde participa do Congresso Provincial de Saúde (COSAPRO), em Mar del...
A Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) reconhece a relevância do Dia da Instituição do Direito de Voto da Mulher, comemorado em 3 de novembro, como um marco na luta das mulheres por seu direito à participação política. Conquistado em 1932 com a promulgação do Código Eleitoral e reafirmado pela Constituição de 1934, esse direito foi resultado da determinação dos movimentos sufragistas brasileiros, que abriram caminho para uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Para a FNE, a celebração desse dia é um lembrete da importância da presença feminina em todas as esferas de decisão pública.
Apesar de as mulheres constituírem a maioria do eleitorado brasileiro, a desigualdade nas posições de liderança ainda persiste. Nas eleições municipais de 2024, apenas duas mulheres foram eleitas para o cargo de prefeita em capitais: Emília Corrêa em Aracaju e Adriane Lopes em Campo Grande. Em comparação, nenhuma mulher ocupou esse posto em 2020. No cenário geral, a representatividade feminina aumentou de 15,83% para 17,92%, mas a paridade ainda está distante. Além disso, o número de candidatas que chegaram ao segundo turno nas capitais caiu significativamente, de 20 em 2020 para apenas seis em 2024.
A FNE defende que a participação das mulheres nos espaços de poder é fundamental para garantir que as necessidades de todas as parcelas da sociedade sejam representadas e atendidas. A celebração desta data reforça que, embora tenhamos progredido, o caminho para a equidade de gênero ainda exige um esforço contínuo para assegurar uma maior inclusão das mulheres na política.
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Uma notícia que traz novos ares para a nossa enfermagem. Solange Caetano, presidenta da Federação...