Saúde não se faz sozinho, se faz com cooperação e ciência!
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A Federação Nacional dos Enfermeiros se solidariza com a profissional de enfermagem feita refém por um dos pacientes durante um surto psicótico, que estava em tratamento renal há 3 dias, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no Hospital Municipal de Morrinhos, no estado de Goiás, no dia último dia 18 de janeiro.
O fatídico acontecimento resultou na morte do paciente, Luiz Cláudio, que, segundo informações divulgadas pelo portal G1, ameaçou a profissional com um objeto perfurocortante (pedaço de vidro), extraído por ele de um objetivo quebrado em um banheiro da unidade.
A equipe de 36º Batalhão da Polícia Militar, após tentativas ineficazes de conter a situação e resguardar a vida da vítima e de identificar um risco iminente à vida, realizou um disparo de arma de fogo para neutralizar o paciente, que acabou atingindo o seu abdômen levando-o à morte.
A PM afirmou, em nota, que o procedimento administrativo foi instaurado para apurar todos os fatos ocorridos.
Nessa situação lastimável, a FNE se solidariza com a profissional e com a família do paciente, que, infelizmente, lidam com a perda do ente querido. "Situações agravantes como essas demonstram a batalha que os profissionais de saúde, principalmente a categoria da enfermagem, que está no cuidado direto, sofrem no dia a dia nos hospitais. “O local que deveria ser o porto seguro para os tratamentos e reabilitação se tornam espaços de agressões e desrespeito", lamenta Solange Caetano, presidente da FNE.
Fonte ASCOM FNE com informações do G1
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