Saúde não se faz sozinho, se faz com cooperação e ciência!
Ainda em terras argentinas, onde participa do Congresso Provincial de Saúde (COSAPRO), em Mar del...
Na continuação de sua participação na reunião da 2ªReunião Ordinária da Comissão Nacional para Planejamento e Dimensionamento da Força de Trabalho no SUS (CPDFT/SUS), a presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros(FNE), Solange Caetano, trouxe à tona dados preocupantes sobre o adoecimento dos profissionais de enfermagem, com base em pesquisas recentes. Um estudo da Fiocruz apontou que 80% dos técnicos/as e auxiliares de enfermagem sofrem algum tipo de adoecimento no exercício da profissão, uma realidade que não reflete a situação dos enfermeiros/as, que apresentam índices de adoecimento ainda mais elevados, chegando a 100% em algumas pesquisas.
Esse cenário ficou ainda mais evidente durante a pandemia de COVID-19, quando os enfermeiros/as, que compõem a maior parte da categoria dentro da saúde, enfrentaram condições de trabalho precárias e adversas. A pesquisa da Internacional de Serviços Públicos (ISP) também confirmou o alto nível de adoecimento entre todos os trabalhadores/as da saúde, reforçando a urgência de se discutir a distribuição da força de trabalho, a jornada e as condições laborais desses profissionais.
Para Solange Caetano, é fundamental que o Ministério do Trabalho acelere a divulgação da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), uma vez que o atraso na divulgação dos dados dificulta o planejamento e a avaliação das políticas públicas relacionadas à saúde do trabalhador. Informações atualizadas são essenciais para a elaboração de estratégias mais eficazes no combate ao adoecimento no setor.
Ainda em terras argentinas, onde participa do Congresso Provincial de Saúde (COSAPRO), em Mar del...
Uma notícia que traz novos ares para a nossa enfermagem. Solange Caetano, presidenta da Federação...