Saúde não se faz sozinho, se faz com cooperação e ciência!
Ainda em terras argentinas, onde participa do Congresso Provincial de Saúde (COSAPRO), em Mar del...
Uma pauta que incomoda e sempre gera polêmica, mas cujo teor é necessário debater e encontrar saídas que favoreçam os enfermeiros e enfermeiras. Ao se referir ao processo de migração desses profissionais para o exterior, a vice-presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Shirley Morales, destacou o quanto esse processo tem trazido prejuízos para a categoria. Ela lembrou que, mesmo diante de flagrantes desrespeitos, da conquista de direitos nos poderes públicos, os setores privados judicializam os processos e, com isso, negam a proporcionalidade adequada para se garantir salários justos e dignos a esses profissionais lá fora.
Tanto Shirley quanto a presidenta da FNE, Solange Caetano, contestaram o desenfreado e desregulado processo migratório dos profissionais da enfermagem para trabalhar no exterior, mostrando preocupações em diversos aspectos. Shirley falou de judicializações que se arrastam e destacou que, especialmente, em países onde a Convenção 149 ainda não está ratificada, as situações são ainda mais perversas. “Acabam que esses profissionais vão parar nesses países onde não há a mínima garantia de respeito aos seus direitos. Enquanto GNU (Global Nurses United), precisamos pensar numa política internacional de migração, para que cada trabalhador tenha o mínimo garantido diante dessas situações”.
A vice-presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Shriley Morales, fez esses alertas nesta segunda-feira (18/11/24), em Santa Rica, na Costa Rica, durante intervenção na Reunião Anual da União Global de Enfermeiros.
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Uma notícia que traz novos ares para a nossa enfermagem. Solange Caetano, presidenta da Federação...